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  • Negócio Fechado retorna em 2026 com nova temporada e mais foco em estratégia e inovação

    O programa Negócio Fechado está de volta em 2026, marcando a retomada de uma das principais vitrines do empreendedorismo regional. Após o sucesso das temporadas exibidas entre 2023 e 2024 na J3 News TV, as gravações dos primeiros episódios desta nova fase já começaram e aconteceram nesta semana na TEC Incubadora, reforçando o papel do espaço como polo de inovação e desenvolvimento de negócios. Inspirado no formato de pitches consagrado por programas como Shark Tank Brasil, o Negócio Fechado conecta empreendedores em busca de oportunidades a investidores interessados em ideias, produtos e soluções inovadoras. O retorno em 2026 promete manter o padrão que consolidou o programa: análises criteriosas, negociações reais e um ambiente que valoriza estratégia e visão de mercado. Rodrigo Lira - apresentador. Para o apresentador Rodrigo Lira, a temporada 2026 marca um novo momento. “Chegamos mais estruturados, mais maduros e com uma conexão ainda mais forte entre empreendedores e investidores. Depois de três edições de sucesso, conseguimos consolidar o formato e elevar o nível, com startups mais preparadas, negócios mais consistentes e negociações muito mais estratégicas.” Ao longo de suas três temporadas anteriores, o programa acumulou números expressivos: 44 programas produzidos Mais de 40 empresas participantes, de diferentes segmentos Mais de 30 investidores compondo a bancada Além da exibição televisiva, o Negócio Fechado também ganhou grande repercussão nas redes sociais da J3 News e da TEC, com conteúdo de bastidores, cortes das negociações e momentos de alta tensão e emoção, aproximando ainda mais o público da realidade do mundo dos negócios. A nova temporada, reforça o compromisso do programa em impulsionar o empreendedorismo, fomentar conexões estratégicas e inspirar novos projetos. A expectativa é de mais uma edição marcada por grandes ideias, oportunidades reais e histórias de transformação. Banca de Investidores “Neste ano, a proposta é ir além do pitch. Queremos aprofundar as análises, explorar estratégia, mercado e viabilidade, além de mostrar a jornada real por trás de cada startup. O programa também reforça seu papel no fortalecimento do ecossistema de inovação do Norte Fluminense, mostrando todo o potencial da nossa região”, destacou o apresentador Rodrigo. As primeiras gravações já demonstram evolução: empreendedores mais seguros, propostas mais alinhadas e discussões mais qualificadas. A expectativa é clara: fazer de 2026 a melhor temporada do Negócio Fechado, com mais conexões, mais oportunidades e mais negócios saindo do papel. Rent a Bee “Participar do programa foi muito interessante. Essa oportunidade de falar para um público muito maior do que aquele que a gente já conhece faz com que saiamos da zona de conforto e alcancemos novos públicos. Isso é muito valioso para a empresa”, afirmou Paula Barbosa, da Rent a Bee. Para Francianne Galossi de Souza, da Biodetek, a experiência também foi marcante: “Participar do Negócio Fechado foi muito importante e enriquecedor para a empresa. Foi realmente muito interessante e muito válido.” Biodeteck

  • Do conhecimento à prática: alunos da UENF vivenciam modelagem de negócios na TEC Incubadora

    Alunos do curso de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da UENF. Alunos do curso de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da UENF participaram de um minicurso sobre Lean Canvas e Matriz SWOT, ferramentas fundamentais para a modelagem e estruturação de negócios. O Lean Canvas permite a visualização rápida de como um negócio irá interagir no mercado, enquanto a Matriz SWOT auxilia na elaboração de estratégias organizacionais a partir da análise de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças do ambiente. Realizado na sala de coworking da TEC Incubadora, o minicurso proporcionou aos estudantes a oportunidade de se aprofundarem em um estudo de caso prático, desenvolvendo na prática a aplicação dessas ferramentas. Durante a atividade, os participantes puderam compreender como um negócio é formulado, desde a definição da proposta de valor até a identificação dos recursos necessários, estrutura de custos, fontes de receita e, por fim, a formulação dos objetivos organizacionais. Ambas as ferramentas são etapas essenciais que antecedem a construção de um plano de negócios sólido. Segundo Anna Júlia, palestrante do PDCE – Programa de Difusão da Cultura Empreendedora: Anna Júlia, palestrante do PDCE. “Esse minicurso é essencial para que os estudantes compreendam a importância do uso dessas ferramentas como primeiro passo na modelagem de uma empresa, pois elas são o que separa uma ideia acadêmica de um negócio capaz de se sustentar no mercado real.” Durante o encontro, os estudantes também perceberam que, ao dominar essas ferramentas, deixam de ser apenas teóricos e passam a atuar de forma estratégica. Esse é justamente o objetivo da TEC Incubadora: fomentar a capacidade de transformar o conhecimento científico em soluções que o mercado consiga absorver e valorizar. Presidente do EENGE, Antônio César. Para o presidente do EENGE, Antônio César, a Semana Acadêmica representa o nosso primeiro grande momento de construção coletiva entre todos os períodos. “É quando começamos a conhecer melhor a indústria, a pesquisa e temos um contato inicial com o curso além da sala de aula. Para muitos alunos, é nesse instante que surge a certeza de identificação com a área escolhida. Neste ano, nossa proposta é antecipar e ampliar essa experiência, com cursos e visitas técnicas que prolonguem esse contato e apoiem ainda mais a formação dos estudantes. A iniciativa da Tec Incubadora vem como um complemento essencial, reforçando o compromisso da universidade em agregar valor à trajetória acadêmica", declarou o presidente do Eenge, Antônio César. Manoel Abreu, estudante do terceiro período de Engenharia Metalúrgica, destacou que o mini-curso foi muito bom e bastante didático na forma como foi aplicado. Segundo ele, todos tiveram a oportunidade de opinar e compartilhar suas impressões, o que tornou a experiência ainda mais enriquecedora. Ele ressaltou ainda que a metodologia permitiu a participação ativa dos alunos, não sendo apenas uma atividade expositiva. “O aprendizado adquirido aqui vai agregar significativamente à nossa vida profissional, pois proporciona uma noção prática de como funciona a indústria e apresenta os bastidores reais do setor, para mim, foi uma experiência proveitosa demais, adorei!”, finalizou.

  • Destaque no mural da TEC: ideias que estão moldando o futuro

    Controladora Hidropônica NFT Valorizar ideias inovadoras e dar visibilidade a quem está construindo o futuro faz parte do propósito da TEC Incubadora. O mural de startups, localizado na sala de reuniões, é um espaço de destaque que reconhece iniciativas promissoras e reforça a força do ecossistema de inovação local. Entre as startups em evidência, mais recente, está a PlantaAI, que vem se destacando ao desenvolver soluções tecnológicas voltadas à automação agrícola. Com foco na hidroponia — técnica de cultivo sem uso de solo — a startup propõe facilitar a rotina do produtor por meio de uma controladora inteligente, capaz de monitorar e ajustar, em tempo real, as condições ideais para o cultivo. A solução integra sensores, atuadores e sistemas computacionais que permitem não apenas o acompanhamento da solução nutritiva e do ambiente, mas também a emissão de alertas em situações críticas, como falhas de equipamentos, falta de água ou energia. O objetivo é oferecer mais segurança, praticidade e eficiência ao produtor. Halisson Rocha, responsável pela área de negócios e desenvolvimento de tecnologias embarcadas Nesse contexto, a Controladora Hidropônica NFT se destaca como o núcleo da solução desenvolvida pela PlantaAI. Segundo Halisson José Soares da Rocha, responsável pela área de negócios e desenvolvimento de tecnologias embarcadas, o equipamento opera a partir de um plano de cultivo acessado em servidor remoto. Esse plano é estruturado pelo próprio produtor rural, com o suporte de um sistema web simplificado, no qual são informadas variáveis como o tipo de hortaliça, local e período de cultivo. A partir dessas informações, o sistema gera automaticamente uma agenda de atividades, incluindo o monitoramento de parâmetros essenciais como pH, condutividade elétrica (EC), temperatura e umidade do ar, temperatura da solução nutritiva, nível do tanque e vazão da água e da solução nas calhas de cultivo. Com base nas faixas ideais previamente definidas, a controladora realiza ajustes automáticos sempre que necessário ou, na ausência de atuadores específicos, envia alertas para que o produtor realize intervenções pontuais. Atualmente, a PlantaAI está em fase de testes na estufa IFF/BJI, com apoio de especialistas na área, e avança para novas etapas de validação com a instalação do sistema em produtores parceiros, por meio do programa FAPERJ HUB RJ 2025. O destaque no mural reforça a relevância da startup dentro do ambiente de inovação, evidenciando a conexão entre tecnologia, pesquisa e aplicação prática no campo. Assim, valorizar startups é investir em ideias que transformam realidades. Cada iniciativa reconhecida fortalece o ecossistema de inovação, impulsiona o desenvolvimento regional e abre caminhos para soluções cada vez mais eficientes e conectadas com o futuro.

  • TEC Incubadora recebe primeira turma de Engenharia de Alimentos da UENF para palestra sobre empreendedorismo e inovação

    Primeira turma do Curso de Engenharia de Alimentos da UENF A TEC Incubadora promoveu, um importante encontro voltado à formação empreendedora de novos talentos da região. A instituição recebeu o professor coordenador e os alunos da primeira turma do curso de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), recém-iniciado em 2026. A palestra foi conduzida por Anna Julia Vellemen dos Santos, participante do PDCE (Programa de Difusão da Cultura Empreendedora), que abordou o tema “Empreendedorismo na prática: startups, incubação e mercado”. Durante o encontro, os alunos foram convidados a refletir sobre como a inovação e o comportamento empreendedor têm transformado mercados tradicionais, com exemplos presentes no dia a dia, como aplicativos de comunicação, plataformas de streaming e serviços de mobilidade. Mais do que apresentar conceitos, a palestrante destacou o papel estratégico da TEC Incubadora no desenvolvimento regional, mostrando como ideias acadêmicas podem ser estruturadas e transformadas em negócios viáveis. O conteúdo foi enriquecido com cases reais de startups incubadas e graduadas, especialmente aquelas que já atuam nos setores de alimentos e insumos. O momento também foi marcado por grande interação dos estudantes, que participaram ativamente com perguntas sobre como desenvolver um perfil empreendedor, identificar oportunidades e compreender o caminho para ingressar em processos de incubação. A troca de experiências reforçou o interesse da nova geração em unir conhecimento técnico à inovação. O professor Daniel Gonçalves, coordenador do curso e responsável pela disciplina de Introdução à Engenharia de Alimentos, destacou a importância da iniciativa para a formação dos alunos. Segundo ele, o curso tem como objetivo preparar profissionais para atuar em toda a cadeia produtiva de alimentos, desde o processamento da matéria-prima até a distribuição e garantia de qualidade dos produtos. “A formação em Engenharia de Alimentos envolve temas como segurança alimentar, sustentabilidade, economia circular e rastreabilidade. E o pensamento empreendedor se torna cada vez mais essencial, ampliando as possibilidades de atuação desses profissionais, seja na indústria, na pesquisa ou na criação de novos negócios”, ressaltou Daniel. Com 20 vagas ofertadas e 18 alunos atualmente matriculados, a primeira turma representa um marco para a UENF e para o desenvolvimento do Norte Fluminense. A criação do curso foi pensada estrategicamente para fortalecer a economia regional, ainda pouco industrializada, formando mão de obra qualificada e incentivando a criação de novas indústrias. Para o coordenador, iniciativas como a palestra promovida pela TEC Incubadora contribuem diretamente para esse objetivo. “A universidade já estimula o pensamento crítico e inovador. Quando conectamos isso ao empreendedorismo, ampliamos as oportunidades para que esses alunos escolham seus caminhos, seja na carreira acadêmica, na indústria ou empreendendo com novas ideias”, afirmou.

  • CEO de empresa incubada no Programa Startup Campos participa do evento Mulheres Inovadoras

    A CEO da BIOHOPE, Cassia Bucher, empresa incubada no Programa Municipal Startup Campos, da Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia (Seduct) de Campos dos Goytacazes, em parceria com a TEC Incubadora, participou do evento Mulheres Inovadoras: oportunidades para empreendedoras em ciência e tecnologia. A ação foi realizada pela Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro, na última semana. O evento aconteceu em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e apoio do Maravalley, no Porto Maravalley, Centro do Rio, com objetivo de apresentar a 7ª edição do programa Mulheres Inovadoras, iniciativa nacional de fomento voltada a projetos liderados por mulheres nas áreas de ciência, tecnologia e inovação. Trata-se de uma ótima oportunidade para conhecer caminhos de acesso a recursos, redes e apoio. A ação contribui para ajudar a inserir mulheres no ecossistema de inovação das cidades. Segundo Cassia, participar do Programa Mulheres Inovadoras foi uma experiência extremamente transformadora, tanto como pesquisadora quanto como empreendedora. Nessa jornada, o Programa Startup Campos tem sido um grande incentivador. “Como mulher à frente de uma startup de base científica, estar em um programa que valoriza e impulsiona lideranças femininas na inovação faz toda a diferença. Ao longo da jornada, tive acesso a mentorias, trocas e um processo de aceleração que me ajudaram a amadurecer ainda mais o negócio e a me conectar com outras mulheres inovadoras e empreendedoras”, afirmou. A BIOHOPE conquistou o 1º lugar do Programa na Região Sudeste, em meio a 657 startups de todo o país inscritas, garantindo uma visibilidade muito relevante. “Essa premiação fortalece minha trajetória e a da BIOHOPE, ampliando nossa credibilidade no ecossistema e abrindo portas para novas conexões, parcerias e oportunidades. Mais do que o reconhecimento, essa experiência reforça a importância de termos mais mulheres liderando projetos inovadores e mostra que é possível transformar ciência em soluções reais com impacto no agro”, completou. Outros nomes como Tatiana Roque, professora e vereadora do Rio de Janeiro; Thaís Guerra, da Flori Tech; Mariana Valle, da FINEP; Adriana Haddad – Soul Science; e Jessica Dornelas – NanoOnco3D também participaram da programação. A Biohope é uma empresa de biotecnologia que desenvolve soluções e serviços voltados ao aumento da produção de alimentos de forma sustentável e à geração de impacto socioeconômico positivo, atuando com pesquisa, desenvolvimento e comercialização de mudas de alta qualidade produzidas por cultivo in vitro. A organização também se apresenta como a primeira biofábrica do Brasil dedicada à produção de mudas de lúpulo por micropropagação, com protocolos próprios de cultivo e pesquisa. Texto Secom Campos.

  • Empresa participante do Startup Campos integra delegação brasileira em imersão na Alemanha

    A startup T&D Sustentável foi selecionada para o programa Partnering in Business with Germany, que leva empresas brasileiras a uma imersão de três semanas na Alemanha para ampliar conexões comerciais e conhecer de perto o ambiente empresarial do país. Tendo participado do Startup Campos, programa da Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia (Seduct) em parceria com a Tec Incubadora, a empresa agora entra em uma nova etapa da sua trajetória, com foco na internacionalização e na expansão de suas soluções voltadas à gestão de água. O Partnering in Business with Germany é um programa bilateral do governo alemão voltado à aproximação entre pequenas e médias empresas de países parceiros e o mercado alemão. No caso do Brasil, a iniciativa reúne executivos de diferentes setores e, nesta primeira delegação, tem foco em eficiência energética e soluções industriais sustentáveis. A agenda da missão será cumprida em Mannheim e Hannover, com treinamentos e visitas técnicas a empresas, conforme explica o diretor comercial nacional da startup, Felipe Mendes, que representa a T&D no programa. Ele conta que as três semanas na Alemanha são baseadas em contato direto com o mercado e troca de experiências com grandes empresas. “Todos nós, da delegação brasileira, estamos conhecendo soluções de grandes empresas, conhecendo executivos e tendo trocas que farão diferença em nossos negócios”, afirma. Felipe destaca ainda que a participação na missão inclui presença na Hannover Messe, uma das maiores feiras industriais do mundo, prevista para os próximos dias 20 e 22. Também haverá apresentação final do projeto ao Ministério da Economia da Alemanha, no dia 25. Segundo o diretor, a expectativa é que a experiência gere oportunidades concretas de expansão. “A gente busca construir parcerias comerciais dos dois lados, tanto trazendo soluções para o Brasil quanto sendo porta de entrada para empresas alemãs. Algumas dessas soluções podem, inclusive, passar a integrar o nosso portfólio”, explica. Ele acrescenta que a empresa também pretende ampliar sua atuação tecnológica. “Estamos buscando soluções industriais que nos permitam atuar em segmentos onde ainda não temos presença forte e avançar na nossa estratégia de internacionalização”, completa. Felipe destaca que a seleção para a missão internacional representa um reconhecimento ao trabalho construído ao longo dos anos. “Essa chancela internacional, com validação do Ministério da Economia e Energia da Alemanha, é muito importante para a gente. Mostra que estamos no caminho certo e fortalece nossa posição para dar os próximos passos fora do Brasil”, afirma. Para ele, a ida ao programa amplia a possibilidade de transformar a experiência acumulada pela startup em novas parcerias e oportunidades de negócio. A história da startup também se conecta ao ecossistema de inovação da região por meio do Startup Campos. A participação no projeto ajudou a empresa a validar soluções, ampliar contatos e ganhar visibilidade, etapa que, segundo a gestão municipal, foi importante para a consolidação do negócio. A gerente de Programas, Projetos e Parcerias da Subsecretaria de Ciência e Tecnologia, Adriana Crespo, avalia que a trajetória da empresa mostra a força do investimento local em inovação. “Desde o início, a startup chamou atenção pela proposta consistente e pela capacidade de execução”, afirmou. Ela acrescentou que a presença da T&D no programa ajudou a abrir portas para novos passos e resumiu a leitura sobre a conquista ao dizer que “estamos no caminho certo”. Felipe Mendes também destaca o impacto do programa na trajetória da empresa. “Foi com o Startup Campos que a gente adquiriu nossos primeiros conhecimentos de gestão. O acompanhamento deu uma base sólida para entender como escalar o nosso serviço, que é um grande desafio”, afirma. Segundo ele, os resultados atuais da empresa estão diretamente ligados a esse processo. “A gente não estaria aqui sem os números que tem hoje e sem esse tipo de programa”, completa. Sobre a T&D Sustentável  Criada por Camilo Torquato e Pedro Vitali com a proposta de reduzir o desperdício hídrico, a T&D Sustentável surgiu em 2018 como resposta a um problema recorrente em diferentes setores da economia. Desde então, a empresa cresceu, passou a atuar com expansão por franquias e consolidou um portfólio de serviços ambientais voltado a médios e grandes consumidores. A trajetória da startup também inclui resultados expressivos. A empresa foi reconhecida como número um em água e saneamento no Ranking 100 Open Startups em 2022, 2023, 2024 e 2025. No mesmo período, recebeu o Prêmio Firjan de Sustentabilidade em 2022, na categoria água e efluentes, além do Selo Iimpact. Entre as soluções desenvolvidas pela companhia estão o Sistema de Economia de Água, a Gestão de Consumo Individual e a individualização de hidrômetros. A empresa trabalha com diagnóstico técnico, acompanhamento contínuo e relatórios de desempenho, com foco em reduzir perdas, organizar o consumo e ampliar a segurança operacional dos clientes. Texto: Secom Campos

  • Startup Campos avança para segunda etapa e passa a contar com 18 bolsas ativas

    Gerente de Programas, Projetos e Parcerias da Subsecretaria de Ciência e Tecnologia, Adriana Crespo O Programa Municipal de Apoio a Startups da Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia (Seduct) – Startup Campos – divulgou o balanço do monitoramento técnico realizado em março deste ano, após a conclusão da primeira fase da edição atual. Os resultados demonstram que diversas startups já atingiram estágios avançados de desenvolvimento, com soluções validadas em ambiente operacional e prontas ou próximas da comercialização, evidenciando a efetividade do programa no fortalecimento do ecossistema de inovação local. O Programa acontece em parceria com a Tec Incubadora. Em conformidade com o edital, o monitoramento técnico considerou critérios como nível de maturidade tecnológica (TRL/MRL), volume de investimentos em inovação e estágio de desenvolvimento das soluções, especialmente quanto à validação tecnológica e proximidade da inserção no mercado. As startups Iotrax e Colpo Scanner apresentaram os maiores níveis de evolução tecnológica ao longo da Fase 1. De acordo com a gerente de Programas, Projetos e Parcerias da Subsecretaria de Ciência e Tecnologia, Adriana Crespo, a Iotrax alcançou TRL/MRL 8, com tecnologia testada e qualificada para ambiente real, além de registrar o maior volume de investimentos em inovação entre as participantes, totalizando R$ 938 mil reais. A Colpo Scanner atingiu TRL/MRL 7, com protótipo validado em ambiente operacional, e investimentos totais de R$ 180 mil reais. Com os resultados, ambas foram indicadas para a concessão da segunda Bolsa de Desenvolvimento Tecnológico (Empreendedor 2), conforme previsto no edital.Com base nesse critério, o programa passa a contar com 16 projetos e 18 bolsas ativas e, ao final do 12º mês, alcançará o total de 20 bolsas, mantendo os 16 projetos apoiados. Segundo a gerente, o valor total a ser pago é de R$ 45 mil reais, correspondente ao mês de abril de 2026, referente a 18 bolsas. “O levantamento evidencia a diversidade de estágios entre as startups apoiadas, abrangendo desde iniciativas em fase de validação de modelo de negócios até empresas com produtos já preparados para o mercado, reforçando o papel estratégico do programa no desenvolvimento tecnológico, na inovação e no empreendedorismo no município”, destacou Adriana.   A atual edição do Programa teve início em outubro de 2025, com 16 projetos contemplados e a concessão de 16 bolsas, possuindo duração total de 24 meses. No entanto, conforme previsto no Edital nº 10/2025, nos dois primeiros semestres, ao final da Fase 1 (6º mês), há a concessão de uma segunda Bolsa de Desenvolvimento Tecnológico, no valor mensal de R$ 2.500,00, destinada a um segundo integrante (Empreendedor 2) das duas startups que apresentarem maior evolução tecnológica. Impacto   O impacto de um programa de incubação de startups vai muito além das paredes do escritório. Ele funciona como um catalisador de inovação, transformando o ecossistema local em um polo de tecnologia e desenvolvimento econômico. As startups ajudam a modernizar os setores tradicionais da região, como agronegócio, indústria ou varejo, por exemplo. Isso aumenta a competitividade global das empresas locais. Além disso, as incubadoras conectam o conhecimento acadêmico ao mercado. Elas facilitam a transferência de tecnologia, permitindo que pesquisas de universidades, por exemplo, se transformem em produtos viáveis, garantindo que a ciência local gere valor prático para a sociedade.   Foto: Seduct – arquivo / Divulgação Ranking das startups em estágio mais avançado:   Iotrax Colpo Scanner Fibra 3D TD Growth CarbonLiDAR   Resumo das startups apoiadas pelo programa – 2025/2026   CarbonLiDAR – Solução para estimativa e monitoramento de carbono florestal com uso de LiDAR. Responsável: Leandro José de Silva  STEMWise – Plataforma de capacitação de professores na metodologia STEM. Responsável: Pedro Henrique dos Santos Petersen Machado  InDrone – Monitoramento de obras e inspeções com drones. Responsável: Andressa Campos da Silva  3D Fibra Natural – Materiais sustentáveis para impressão 3D. Responsável: Victor Paes Dias Gonçalves  Robô Autônomo para Secagem de Café – Otimização da pós-colheita cafeeira. Responsável: Daniel Coelho Ferreira  Iotrax – Gateway IoT industrial para modernização de sistemas. Responsável: Hiago Santos da Gama  Zé Empresta – Fintech de crédito consignado privado. Responsável: Amanda Barreto dos Santos  Colpo Scanner – Solução em saúde digital com IA. Responsável: Jéssica Marins de Azevedo Rodrigues Axioma – Plataforma de monitoramento de gado com IA e drones. Responsável: Murilo Costa de Azevedo Rodrigues  Biohops Biotecnologia – Soluções biotecnológicas aplicadas ao campo. Responsável: Cássia Pereira Coelho Bucher  Diagnóstico Espacial – Inteligência geoespacial para análise ambiental. Responsável: Lara de Carvalho Henrique  TD Growth – Estratégias para crescimento e vendas. Responsável: Felipe Pereira Lobato Mendes  C3S HSE Solutions – Visão computacional para segurança do trabalho. Responsável: Lázaro Enrico Martins de Menezes  ChoqueVivo – Monitoramento remoto para o produtor rural. Responsável: Luiz Flávio da Costa Terra  Neuropassos – Plataforma para desenvolvimento infantil. Responsável: Rosemeri Bortoluzzi  Ka’aViva – Plataforma para reflorestamento rastreável. Responsável: Tertuliano Gonçalves de Castro

  • Prêmio Sebrae Startups 2026 abre inscrições; campeã nacional receberá R$ 250 mil.

    Estão abertas as inscrições para o Prêmio Sebrae Startups 2026, programa nacional que conecta startups brasileiras a oportunidades de mercado e crescimento. A iniciativa seleciona até mil empresas inovadoras em estágio inicial e leva a final para o palco principal do Startup Summit, em Florianópolis (SC), entre 26 e 28 de agosto. A campeã nacional receberá R$ 250 mil. As inscrições seguem até 30 de abril. O prêmio funciona como uma plataforma de acesso a mercado, capital e visibilidade, conectando startups a investidores, grandes empresas e atores estratégicos do ecossistema de inovação. Na última edição, foram mais de 1.150 conexões, com R$ 286 milhões em intenção de investimento e mais de 500 negócios iniciados. Voltado a negócios de todo o país, o prêmio contempla dez categorias, incluindo áreas como Serviços Digitais, Inovação Financeira, Saúde, Educação, Meio Ambiente, Logística, Marketing e Agro. Como funciona a seleção A competição será dividida em seis fases, passando pelas etapas Top 1000, Top 100 e Top 30, até chegar às finais durante o Startup Summit. As 30 finalistas se apresentam ao vivo, formando o Top 10 por categoria. Em seguida, são definidos os três finalistas e, por fim, a campeã nacional. As startups são avaliadas com base em quatro critérios: Modelo de Negócio, Solução, Alcance de Mercado e Capacidade Executora. A edição de 2026 mantém a política de ações afirmativas, com bonificação na nota final para startups com sócios que se identifiquem como mulheres, pessoas negras, indígenas, PcD ou integrantes da comunidade LGBTQIA+, podendo chegar a até 10% com bônus regionais. Premiações e benefícios As startups selecionadas recebem uma série de benefícios ao longo da jornada, como acesso ao Startup Summit, capacitações, conexões com o mercado e visibilidade nacional. As Top 30 recebem R$ 10 mil cada. As campeãs de categoria (Top 10) recebem R$ 40 mil. As três finalistas participam de mentorias estratégicas e apresentam seus pitches no palco principal do evento. A grande campeã nacional receberá R$ 250 mil, além de acesso a conexões com mercados nacionais e internacionais. A iniciativa reforça a estratégia de dar visibilidade a startups em estágio inicial e aproximá-las de investidores, empresas e oportunidades reais de crescimento. Para mais informações acesse ao site oficial: https://premiosebraestartups.com.br/

  • Dica do Consultor: Hilton Alexandre alerta sobre o uso do Inova Simples para criação de startups

    A formalização de uma empresa é um dos primeiros marcos na trajetória de uma startup, especialmente no contexto de negócios de base tecnológica. Recentemente, o regime do Inova Simples trouxe avanços relevantes ao simplificar o processo de abertura de empresas inovadoras, permitindo a obtenção rápida de CNPJ e a inserção em um modelo jurídico mais alinhado à realidade desses empreendimentos, com menos burocracia e maior agilidade operacional. No entanto, embora o Inova Simples resolva de forma eficiente a etapa inicial de registro, é preciso ficar atento aos aspectos estratégicos essenciais para a sustentabilidade do negócio. O consultor do Programa de Incubação da TEC Incubadora e sócio da Monest Consultoria, Hilton Alexandre, pontua que, após a formalização, é comum que empreendedores se deparem com uma lacuna: a ausência de direcionamento sobre decisões fiscais e tributárias. A escolha do regime tributário — como Simples Nacional ou Lucro Presumido — exige análise criteriosa, considerando variáveis como modelo de negócio, estrutura de custos, eventual folha de pagamento e investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Hilton Alexandre - Consultor “Não existe uma solução padrão aplicável a todos os casos. Decisões tomadas sem o devido planejamento podem gerar impactos financeiros significativos no futuro. Um exemplo recorrente é a escolha inadequada do regime tributário, que pode limitar a flexibilidade da empresa, já que alterações, em muitos casos, só podem ser realizadas no início do exercício fiscal seguinte”, destaca o contador. “Além disso, há o risco de desenquadramento do Simples Nacional sem o devido monitoramento, o que pode ocorrer à medida que a empresa cresce e ultrapassa os limites estabelecidos”, alerta. Outro ponto de atenção é o limite de faturamento previsto no âmbito do Inova Simples, que pode ser rapidamente superado dependendo da estratégia e do ritmo de crescimento da startup. Esse cenário reforça a importância de um acompanhamento contínuo, capaz de antecipar riscos e orientar ajustes necessários ao longo da jornada empresarial. “Diante desse contexto, a abertura da empresa deve ser compreendida não como um fim, mas como o início de um processo que envolve decisões sucessivas e interdependentes. O suporte especializado ao empreendedor, desde os primeiros passos, contribui para uma gestão mais segura e eficiente, reduzindo a exposição a passivos fiscais e ampliando as chances de consolidação do negócio. A orientação contínua é um elemento estratégico para transformar a formalização em um vetor de crescimento sustentável.”, ressalta Hilton.

  • TEC Incubadora recebe 11 empresas selecionadas para o Programa Doutor Empreendedor da FAPERJ

    A TEC Incubadora deu mais um importante passo no fortalecimento da inovação regional ao receber, 11 novas empresas que passam a integrar o Programa Doutor Empreendedor, iniciativa da FAPERJ que conecta ciência e mercado. O encontro marcou o início desse novo momento dos participantes dentro do programa e contou com uma roda de conversa, apresentação do espaço e detalhamento de como será a atuação ao longo dos próximos meses. A proposta é clara: transformar pesquisas científicas em negócios de base tecnológica com impacto real na sociedade. Lançado pela Diretoria de Tecnologia da FAPERJ, o programa chega à sua quinta edição consolidado como uma das principais iniciativas de incentivo ao empreendedorismo científico no estado do Rio de Janeiro. Desde sua criação, em 2019, já apoiou mais de 90 empresas, fortalecendo o ecossistema de inovação fluminense. Ao ingressarem no programa, os doutores passam a contar com uma série de mentorias especializadas que abrangem áreas essenciais como estratégia de mercado, gestão, finanças, apoio jurídico, contábil e desenvolvimento tecnológico. Segundo Túlio Baita, coordenador de inovação, o programa tem um papel transformador: “O Doutor Empreendedor visa justamente transformar pesquisas científicas em empresas de base tecnológica. Aqui na TEC, essas ideias são estruturadas e fortalecidas por meio de mentorias estratégicas, permitindo que saiam do ambiente acadêmico e se tornem negócios reais, preparados para o mercado.” Ele ainda destaca o impacto regional da iniciativa. “Receber esses projetos e transformá-los em empresas tem uma relevância enorme para o município e a região. Estamos impulsionando uma nova matriz econômica, baseada em tecnologia e inovação, capaz de gerar empregos alinhados com a economia do futuro.” O processo de incubação pode durar de um a três anos, período em que os empreendedores passam por capacitações contínuas e acompanhamento especializado, até que suas ideias estejam prontas para se consolidarem como startups no mercado. Para Henrique da Hora, diretor da TEC Incubadora, o programa também amplia as perspectivas profissionais dos doutores. “O Doutor Empreendedor repensa o papel do doutor na sociedade. Muitos ainda veem a carreira acadêmica como único caminho, mas o programa mostra que é possível empreender a partir do conhecimento gerado na pesquisa. Aqui na TEC, eles desenvolvem seus modelos de negócio e transformam suas pesquisas em produtos e serviços que retornam benefícios concretos para a sociedade.” Henrique também ressalta o alcance da iniciativa no território. “Conseguimos fazer uma boa prospecção e trazer talentos, principalmente egressos da UENF e, pela primeira vez, também do IFF. Isso fortalece ainda mais o nosso ecossistema local de inovação.” Entre os novos projetos que passam a integrar o programa na TEC Incubadora estão iniciativas inovadoras como GAIASMARTZ, GREEN MICRO, MENETEST, NANO O3 MED, NEUROAI, OSTEO PRINTER, PEAU VÉT, QUONTROL, além de um robô autônomo com Inteligência Artificial voltado para a secagem de café, o SÍTIO ONLINE e a EcoGuardFit. As propostas refletem a diversidade e o potencial tecnológico das pesquisas desenvolvidas, reforçando o compromisso do programa em transformar conhecimento científico em soluções práticas, sustentáveis e de alto impacto para o mercado e a sociedade.

  • Campos terá Parque Tecnológico focado em Transição Energética e Inteligência Artificial

    Campos dos Goytacazes está prestes a dar um importante passo rumo à inovação e ao desenvolvimento tecnológico. O município contará com um Parque Tecnológico voltado para as áreas de transição energética e inteligência artificial, iniciativa que integra a lista preliminar de projetos apoiados pela FAPERJ. O projeto representa um avanço significativo para o ecossistema de inovação da região, ampliando as oportunidades para startups e empresas de base tecnológica. Expansão da TEC Incubadora Com a implantação do Parque Tecnológico, a TEC Incubadora também amplia sua atuação quando o projeto estiver em sua fase de execução. Além de apoiar startups em seus primeiros anos, a instituição passará a oferecer uma estrutura permanente, permitindo que essas empresas se desenvolvam e se consolidem no próprio ambiente de inovação. Na prática, isso significa a criação de um espaço completo, preparado para receber startups definitivamente, fortalecendo a conexão entre pesquisa, tecnologia e mercado. Anúncio da FAPERJ O anúncio foi feito pela Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), que divulgou o resultado preliminar do edital Apoio à Infraestrutura de Ambientes de Inovação e Laboratórios Compartilhados para Startups – INFRALAB (Edital nº 40/2025). A iniciativa tem como objetivo apoiar a implantação, modernização e consolidação de ambientes de inovação e laboratórios compartilhados, ampliando o acesso de startups fluminenses a recursos estratégicos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I). Entre as atividades contempladas estão prototipagem, testes e certificações. Ao todo, 31 propostas foram selecionadas em áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento do estado do Rio de Janeiro. Entre os temas apoiados estão: petróleo e gás e energias alternativas; saúde e esporte; turismo; biotecnologia e agropecuária; negócios de impacto socioambiental; tecnologias portadoras de futuro, como inteligência artificial, computação quântica e energias renováveis. A inclusão de Campos nesse cenário reforça o potencial da cidade como polo de inovação, abrindo novas possibilidades para o desenvolvimento econômico, tecnológico e sustentável da região.

  • TEC Incubadora promove palestra sobre empreendedorismo para alunos da UENF

    Estudantes participam da palestra sobre empreendedorismo, processo de incubação e a história da Tec Incubadora. A TEC Incubadora recebeu, nesta semana, estudantes dos cursos de Ciência da Computação e Engenharia de Produção da UENF para uma palestra sobre empreendedorismo na prática. A atividade fez parte da disciplina de Empreendedorismo, ministrada pelo professor Manuel Molina, e reuniu mais de 30 alunos na sala de reuniões da incubadora. Durante o encontro, foram abordados conceitos fundamentais de empreendedorismo e inovação, além do papel da TEC Incubadora no desenvolvimento da sociedade, especialmente no apoio a negócios de base tecnológica. Palestrante do PDCE, Anna Júlia Vellemen A apresentação institucional da incubadora foi conduzida por Anna Julia Vellemen, palestrante do Programa de Difusão da Cultura Empreendedora (PDCE). Na ocasião, ela destacou exemplos de empresas incubadas que vêm se destacando no mercado, bem como cases de sucesso de empresas já graduadas pela TEC. “É sempre bom participar e levar conhecimento para esses estudantes, disseminando a cultura empreendedora ainda na graduação e motivando os jovens a idealizarem negócios de base tecnológica que, no futuro, podem impactar positivamente a sociedade”, afirmou Anna Julia. O professor Manuel Molina ressaltou a importância da vivência prática para os alunos logo no início do semestre.“Trazer os estudantes para a incubadora é uma forma de apresentar, desde o começo, o que é um ambiente de inovação. A palestra trouxe uma visão clara de como uma ideia pode ganhar forma e se transformar em uma empresa capaz de gerar valor para a sociedade, inclusive com geração de emprego e renda, que é o nosso objetivo”, destacou. Segundo o docente, a disciplina tem como proposta final o desenvolvimento de um plano de negócios estruturado, capaz de atrair investidores. “Trabalhamos desde o Design Thinking, com uma visão 360°, utilizando materiais como o manual do Sebrae, até a construção do plano de negócio. A ideia é que os alunos estejam preparados para defender projetos viáveis e inovadores”, completou. Para os alunos, a experiência foi enriquecedora. A estudante Maria Luísa, do 7º período de Ciência da Computação, destacou a clareza das informações apresentadas.“Eu achei a palestra muito fluida e esclarecedora sobre os processos da TEC Incubadora. No início, eu tinha dúvidas sobre como funcionava, o tempo dos processos, e a palestra ajudou muito a entender melhor todo o funcionamento”, afirmou.  A iniciativa reforça o compromisso da TEC Incubadora com a disseminação da cultura empreendedora e com a formação de novos talentos preparados para inovar e transformar a realidade por meio da tecnologia. Para participar de palestras como esta e conhecer mais sobre a TEC Incubadora, entre em contato pelo e-mail: teccampos.pdce@gmail.com  ou através do WhatsApp (22) 9 9779-9628 .

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