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- Startup incubada na TEC é convidada para o palco Climate Rio no Rio Innovation Week 2026
A inovação desenvolvida no ecossistema da TEC Incubadora continua conquistando espaço em importantes ambientes de discussão sobre tecnologia, sustentabilidade e o futuro do planeta. A startup DAP, liderada pelo empreendedor Felipe Paranhos e participante do Programa Municipal Startup Campos, foi convidada para integrar a programação do palco Climate Rio, um dos principais espaços de debate sobre mudanças climáticas e soluções sustentáveis do Rio Innovation Week 2026. A DAP participará do painel ao lado de Carolina Sampaio, Head de Desenvolvimento Institucional do Instituto Terra. A discussão abordará como a inteligência artificial e as geotecnologias já estão contribuindo para tornar a restauração florestal mais eficiente, acessível e escalável. Monitoramento da DAP no extremo sul da bahia Enquanto o desmatamento avança em ritmo acelerado, algoritmos de inteligência artificial começam a otimizar diferentes etapas da restauração ecológica. O mapeamento de árvores matrizes — responsáveis pela produção de sementes que darão origem a novas árvores —, a identificação de áreas degradadas e a definição dos locais mais adequados para o plantio de espécies nativas já fazem parte da realidade de diversos projetos. O convite representa um importante reconhecimento ao trabalho desenvolvido pela DAP, que atua na aplicação de tecnologias voltadas ao monitoramento de toda a cadeia da restauração ecológica. Durante a apresentação, será demonstrada a plataforma EuMonitoro, desenvolvida com financiamento do programa Hub RJ Startup, da FAPERJ. A solução funciona no modelo SaaS e permite sistematizar a coleta de dados em campo, organizar informações e gerar relatórios automatizados de acordo com normativas de monitoramento ambiental, como a Resolução SMA nº 32 e a Resolução INEA nº 143/2017. Além da plataforma, a startup apresentará suas soluções de monitoramento ambiental baseadas em geotecnologias, incluindo o uso de drones, sensores LiDAR e ferramentas de análise espacial aplicadas à avaliação de áreas em processo de restauração. A participação coloca a DAP entre as iniciativas selecionadas para contribuir com as discussões sobre os desafios climáticos e as soluções que vêm sendo construídas por meio da ciência, da tecnologia e da inovação. A presença ao lado do Instituto Terra, referência internacional em recuperação ambiental e conservação de ecossistemas, reforça a relevância do trabalho desenvolvido pela startup. Para a TEC, a participação no Rio Innovation Week fortalece o papel da incubadora como articuladora de iniciativas capazes de transformar conhecimento técnico e científico em soluções concretas para os desafios da sociedade. A presença da DAP também evidencia a maturidade das startups incubadas, que vêm conquistando espaço em eventos de relevância nacional e ampliando suas conexões com investidores, pesquisadores, empresas e instituições públicas. Com programação prevista para agosto, o Rio Innovation Week reunirá especialistas, empreendedores, pesquisadores, investidores e organizações de diversos setores para discutir tendências, oportunidades e caminhos para a construção de um futuro mais sustentável. Saiba mais: o que é o Rio Innovation Week 2026? Considerado um dos maiores eventos de tecnologia e inovação da América Latina, o Rio Innovation Week chega à sua sexta edição reunindo especialistas, empreendedores, pesquisadores, investidores, startups e grandes empresas para discutir tendências e desenvolver soluções para os principais desafios do futuro. O evento será realizado entre os dias 4 e 7 de agosto de 2026, no Píer Mauá, no Rio de Janeiro. A programação ocupará uma área superior a 90 mil metros quadrados e conectará temas como tecnologia, negócios, impacto social, sustentabilidade e transformação digital. Além das palestras e painéis de discussão, o público terá acesso a bootcamps, mentorias, workshops, exposições e experiências imersivas em espaços como o Navio do Futuro e o Galpão Kobra.
- Tecnologia como estratégia: como a TEC Incubadora apoia startups no desenvolvimento de produtos mais competitivos
O desenvolvimento tecnológico é um dos pilares mais importantes para o crescimento de uma startup. Mais do que criar um produto inovador, é preciso garantir que ele evolua constantemente, acompanhe as demandas do mercado e esteja preparado para competir em um ambiente cada vez mais dinâmico. Na TEC Incubadora, esse trabalho é conduzido por meio do eixo de tecnologia, que tem como foco apoiar startups e empresas incubadas no desenvolvimento e aprimoramento de seus produtos, contribuindo para que as soluções cheguem ao mercado de forma mais estruturada e competitiva. De acordo com Flávio Junior, mentor do eixo de tecnologia da TEC Incubadora, o acompanhamento é realizado a partir de ferramentas estratégicas que auxiliam os empreendedores na tomada de decisões. Flávio Junior - Mentor do eixo de tecnologia da TEC Incubadora "O pilar de tecnologia é focado no desenvolvimento e/ou aprimoramento do produto da startup ou empresa", explica. Entre os principais entregáveis do processo de incubação está o benchmarking tecnológico, uma análise que busca compreender como os concorrentes diretos e indiretos atuam no mercado. "O benchmarking tecnológico visa olhar para o mercado e entender em quais pontos nossos concorrentes diretos e indiretos perdem e, principalmente, se sobressaem sobre nós. Cada ponto positivo deles é uma oportunidade de melhoria a ser trabalhada em nosso desenvolvimento tecnológico", destaca o mentor. A partir desse diagnóstico, as startups passam para uma segunda etapa: a elaboração do Plano de Aprimoramento Tecnológico. Segundo Flávio, esse plano organiza de forma estratégica todas as melhorias que podem ser implementadas no produto, priorizando as ações que entregam mais valor ao negócio com menor esforço de execução. "Esse plano visa listar de forma sequencial, priorizada a partir da relação entre entrega de valor e esforço, todas as possíveis melhorias a serem trabalhadas pela equipe de produto, visando sua adequação às necessidades do negócio e a superação das defasagens em relação aos concorrentes", afirma. Sala de Coworking da Tec Incubadora Além das análises técnicas, o acompanhamento também busca identificar os principais desafios enfrentados pelos empreendedores ao longo da jornada de incubação. "Encontro após encontro, busco entender com os empresários quais as dificuldades encontradas e proponho análises para superá-las", explica. Sala de Reuniões - Tec Incubadora Outro aspecto importante do trabalho desenvolvido na TEC Incubadora é o apoio às startups na compreensão e adequação às exigências regulatórias necessárias para a comercialização de seus produtos. "Também procuro entender quais legislações o empreendedor precisa atender para levar seu produto ao mercado, como regulamentações da Anatel, MAPA e outros órgãos, acompanhando esse processo de adequação", ressalta. O mentor Flávio Junior destaca ainda que, em alguns casos, é possível identificar oportunidades previstas na legislação que permitam a entrada de soluções inovadoras no mercado de forma experimental, favorecendo a validação dos produtos e acelerando sua evolução.
- ESG para Startups: como transformar sustentabilidade e governança em vantagem competitiva
Empresas que desejam crescer de forma sustentável, atrair investidores e conquistar novos mercados precisam olhar cada vez mais para uma sigla que vem ganhando destaque no mundo dos negócios: ESG. O conceito, que reúne práticas relacionadas aos aspectos Ambientais, Sociais e de Governança, deixou de ser um diferencial e passou a ser uma estratégia importante para organizações de todos os portes, incluindo startups em estágio inicial. Segundo especialistas da Inove ESG, consultoria parceira da TEC Incubadora, um dos principais equívocos sobre o tema é associar ESG apenas às questões ambientais. Na prática, o conceito também engloba fatores como ética, transparência, relacionamento com colaboradores, diversidade, gestão de riscos e responsabilidade social. Para startups, incorporar esses princípios desde o início pode representar um importante diferencial competitivo. Isso porque investidores, aceleradoras, instituições financeiras e grandes empresas vêm utilizando critérios ESG para avaliar riscos, oportunidades e potencial de crescimento dos negócios. "Mais do que uma tendência, o ESG tornou-se uma necessidade estratégica. Consumidores, investidores e grandes empresas estão cada vez mais atentos às práticas adotadas pelas organizações e aos impactos que elas geram", destaca a consultora ESG da TEC, Daniele Grangeiro. Pequenas ações, grandes resultados Ao contrário do que muitos imaginam, implementar ESG não exige estruturas complexas ou altos investimentos. A jornada pode começar com iniciativas simples, como a definição de valores e princípios éticos, a criação de processos básicos de governança, o acompanhamento do consumo de recursos, a adoção de práticas de inclusão e diversidade e o monitoramento de indicadores que permitam acompanhar a evolução da empresa. Essas ações ajudam a construir uma cultura organizacional mais sólida, fortalecem a credibilidade da startup e contribuem para uma gestão mais eficiente e preparada para o crescimento. Para a consultora, não é preciso esperar que a empresa cresça para iniciar esse caminho. "Quando o ESG é incorporado desde o início, a startup evita retrabalho, reduz riscos futuros e cria uma base mais sólida para o crescimento e a captação de recursos", afirma. Tecnologia impulsiona a agenda ESG A inovação tem papel fundamental na implementação de práticas ESG. Ferramentas de inteligência artificial, Internet das Coisas (IoT), automação, blockchain e análise de dados vêm sendo utilizadas para monitorar indicadores, reduzir desperdícios, aumentar a eficiência operacional e tornar os processos mais transparentes. Não por acaso, muitas startups surgem justamente para solucionar desafios ambientais e sociais por meio da tecnologia, tornando o ESG parte natural de seus modelos de negócio. Porém, o ESG também gera valor para o negócio. Diversos estudos nacionais e internacionais apontam que empresas com práticas ESG mais maduras tendem a apresentar melhor gestão de riscos, maior eficiência operacional, fortalecimento da reputação, facilidade para atrair talentos e melhores oportunidades de acesso a crédito e investimentos. Embora não represente uma garantia de lucro, o ESG contribui para a construção de negócios mais resilientes e preparados para os desafios do mercado. No Norte Fluminense, a agenda ESG encontra um ambiente favorável para o surgimento de novos negócios e soluções inovadoras. Setores como bioeconomia, agricultura sustentável, energias renováveis, economia circular, economia do mar e tecnologias voltadas à adaptação climática apresentam grande potencial de desenvolvimento na região. A presença de universidades, centros de pesquisa, incubadoras e iniciativas de apoio ao empreendedorismo fortalece esse cenário e cria oportunidades para que startups transformem conhecimento em soluções capazes de gerar impacto econômico, social e ambiental. Mais do que uma agenda ligada à sustentabilidade, o ESG representa uma ferramenta de gestão, inovação e competitividade. Para as startups, iniciar essa jornada desde os primeiros passos pode significar não apenas acompanhar as transformações do mercado, mas também estar melhor preparada para crescer, captar investimentos e gerar valor de forma sustentável. Consultora e CEO da Inove - ESG, Daniele Grangeiro. "O ESG não deve ser visto apenas como uma agenda de sustentabilidade, mas como uma ferramenta capaz de aumentar a competitividade das organizações e impulsionar o desenvolvimento dos territórios. Para o Norte Fluminense, essa agenda representa uma oportunidade concreta de transformar conhecimento, inovação e vocações regionais em geração de valor econômico, social e ambiental", conclui Daniele.
- Startups incubadas na TEC levam inovação para o agronegócio durante o 1º Interior AgroCoop 2026
A força da inovação desenvolvida em Campos dos Goytacazes esteve em destaque durante o Interior AgroCoop 2026, realizado na primeira semana de julho, na Usina do Queimado, em Campos dos Goytacazes. O evento reuniu produtores rurais, pesquisadores, empresas e instituições ligadas ao agronegócio, criando um ambiente estratégico para a apresentação de soluções tecnológicas voltadas ao aumento da produtividade, à sustentabilidade e à modernização do campo. Evento aconteceu na Usina do Queimado entre os dias 02 e 04 de julho. Entre os destaques da programação estiveram startups vinculadas ao ecossistema da TEC Incubadora, que apresentaram tecnologias capazes de responder a desafios reais enfrentados pelo setor agropecuário. A participação reforça o papel da incubadora no apoio ao desenvolvimento de negócios inovadores, conectando empreendedorismo, pesquisa aplicada e mercado. Representando o ecossistema de inovação de Campos, as startups Rural Pax, IMicro-Biotech, Axioma Soluções Biodetek, Rent a Bee, Aroma Biotech, Tratavet, Sítio Online, Entomotec e AlterBio apresentaram soluções tecnológicas voltadas para o aumento da produtividade, sustentabilidade, monitoramento, gestão inteligente, biotecnologia e automação aplicada ao campo. A diversidade das tecnologias demonstra a capacidade das empresas incubadas e apoiadas pela TEC de desenvolver soluções inovadoras para diferentes desafios do agronegócio moderno. A startup Axioma apresentou sua solução que utiliza inteligência artificial e drones para monitoramento e gestão de rebanhos, permitindo maior eficiência na tomada de decisões e no acompanhamento das atividades pecuárias. Já a Rural Pax demonstrou como o monitoramento remoto pode oferecer mais tranquilidade, controle e segurança ao produtor rural, permitindo o acompanhamento das propriedades à distância e contribuindo para uma gestão mais eficiente. A IMicro Biotech levou ao evento seus biofertilizantes de alta eficiência produzidos a partir de microrganismos benéficos. A tecnologia surge como uma alternativa sustentável aos fertilizantes químicos tradicionais, reduzindo custos de produção, minimizando impactos ambientais e promovendo uma agricultura mais limpa e produtiva. 1º Interior AgroCoop : Feira de negócios, inovação e cooperativismo. Além dessas empresas, outras startups vinculadas à TEC também participaram da programação, evidenciando a diversidade de soluções desenvolvidas dentro do ambiente de inovação da incubadora. As tecnologias apresentadas abrangem áreas como biotecnologia, agricultura regenerativa, automação, monitoramento inteligente e gestão da produção rural. Para a gerente da TEC Incubadora, Adriana Crespo, a participação das startups no 1º Interior AgroCoop representa uma importante oportunidade de aproximação entre empreendedores e o setor produtivo, fortalecendo conexões que podem resultar em novos projetos, parcerias estratégicas e validações de mercado. Adriana Crespo, Gerente da Tec Incubadora. “A presença dessas empresas em eventos de grande relevância para o agronegócio demonstra como a inovação desenvolvida na região vem contribuindo para transformar desafios em oportunidades, consolidando Campos dos Goytacazes como um importante polo de tecnologia aplicada ao campo. Mais do que apresentar soluções, as startups participantes evidenciam o impacto da incubação e do apoio ao empreendedorismo inovador, missão que a TEC vem desenvolvendo ao longo dos anos por meio da capacitação, mentoria e conexão entre conhecimento, tecnologia e desenvolvimento regional" , informou Adriana.
- Startup incubada na TEC avança com solução inovadora para agricultura regenerativa.
A trajetória da Sense Pilot dentro do ecossistema de inovação da TEC Incubadora segue acumulando importantes conquistas, no edital Dr. Empreendedor da FAPERJ, a startup teve seu projeto Sítio Online aprovado em abril de 2026, dando início ao processo de incubação na TEC Campos. Agora, a empresa celebra mais um avanço com a aprovação do projeto Hidro-token, uma solução tecnológica inovadora voltada para a sustentabilidade da produção agrícola e a valorização dos serviços ecossistêmicos gerados no campo. O Hidro-token propõe o desenvolvimento de um pacote tecnológico para a medição, verificação, registro digital e integração à tokenização da recarga hídrica em propriedades que adotam práticas de agricultura e pecuária regenerativa. Na prática, a tecnologia permitirá registrar de forma segura e transparente os impactos positivos gerados pela recuperação ambiental e pela conservação dos recursos hídricos. A nova iniciativa complementa o projeto Sítio Online, que já atua na gestão inteligente da produção agrícola familiar, com foco no monitoramento da conformidade dos alimentos destinados ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Juntas, as soluções ampliam o potencial de inovação e sustentabilidade no setor agropecuário, conectando tecnologia, rastreabilidade, gestão e responsabilidade ambiental. À frente da Sense Pilot está o empreendedor com sólida formação acadêmica e experiência na área de recursos hídricos. O fundador, André Paula, é Doutor em Modelagem e Tecnologia para Meio Ambiente Aplicadas em Recursos Hídricos (AmbHidro) pelo Instituto Federal Fluminense (IFF), Mestre em Recursos Hídricos pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) e Engenheiro Agrícola e Ambiental, também pela UFV. “A gestão técnica da produção rural viabiliza a atividade e preserva os recursos ambientais. Os projetos Sítio Online e Hidro-token têm origem na revolução digital da agropecuária, com foco na popularização da gestão técnica, agregando inteligência artificial, blockchain e sensores próprios.” Evento demonstrativo feito pela empresa em parceria com a Emater regional. O crescimento da Sense Pilot representa um exemplo do potencial transformador das startups apoiadas pela instituição, capazes de desenvolver soluções alinhadas aos desafios contemporâneos do agronegócio, da segurança alimentar e da sustentabilidade. A evolução da empresa reforça também o papel da TEC como ambiente estratégico para o desenvolvimento de negócios inovadores, promovendo a conexão entre pesquisa, empreendedorismo e impacto positivo para a sociedade.
- Oito Startups do agronegócio são selecionadas em edital da FAPERJ e vão inserir até 10 milhões de reais no ecossistema
Projetos fazem parte dos programas de capacitação da TEC Incubadora A força da inovação desenvolvida no Norte Fluminense ganhou mais um importante investimento. Oito startups e projetos vinculados à TEC Incubadora estão entre os selecionados no Edital FAPERJ nº 07/2026 – Programa Agro do Futuro: Tecnologia e Soberania Alimentar (FoodTechs e Agritechs), iniciativa que visa impulsionar soluções tecnológicas para o setor agropecuário e alimentar do Estado do Rio de Janeiro. As propostas aprovadas atuam em áreas como biotecnologia, agricultura regenerativa, bioinsumos, inteligência artificial, sustentabilidade, rastreabilidade e segurança alimentar. Os recursos disponibilizados pela FAPERJ podem variar entre R$ 500 mil e R$ 1,25 milhão por iniciativa, conforme o projeto. Considerando as oito propostas ligadas à TEC, o montante potencial de investimentos para a região pode ultrapassar R$ 4 milhões, podendo chegar a R$ 10 milhões em aportes destinados ao fortalecimento do ecossistema de inovação regional. O Programa Agro do Futuro tem como objetivo apoiar projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), estimular a consolidação de startups de base tecnológica e promover a integração entre instituições de ciência e tecnologia, empresas e produtores rurais. O edital também busca acelerar a adoção de tecnologias como inteligência artificial, internet das coisas (IoT), biotecnologia, blockchain, drones e plataformas digitais voltadas à modernização da cadeia agroalimentar. Entre os projetos aprovados vinculados à TEC Incubadora estão: * Imuno X-Press – Inovação em Diagnóstico Veterinário Rápido para o Controle da Paratuberculose Bovina e a Sustentabilidade da Produção Leiteira, liderado por Giliane da Silva de Souza. * Alterbio – Bioativos de precisão no controle de pragas da pecuária e na fitossanidade, coordenado por Thais Berçot Pontes Teodoro. * Lavoura Tech 2.0 – Infraestrutura digital territorial para soberania alimentar e crédito verde no Rio de Janeiro, liderado por Rodrigo Weber Felix, da Sucellus Agroambiental. * Projeto de Biotecnologia para Produção de Fertilizante Orgânico a partir de Lodo de ETE, coordenado por Osvaldo Curty Machado Filho, da Bioconv. * Imicro Biotech – Consolidação tecnológica e expansão de mercado de bioinoculantes para soja e milho com foco em produtividade e bioeconomia, liderado por Julia Rosa Moreira. * HidroToken – Solução full-stack para medição, verificação, registro digital e integração à tokenização da recarga hídrica em agricultura regenerativa, desenvolvida por André Leonardo Tavares Paula, da Sensepilot. * Plataforma de Bioinsumos Biobased de Alta Performance – Desenvolvimento de soluções biotecnológicas de economia circular para a modernização da cadeia agroalimentar fluminense, coordenada por André Oliveira Menezes. * BIT-IA – Plataforma inteligente para otimização, escala e redução de custos na micropropagação vegetal, liderada por Andressa Leal Generoso, da TG Mudas. Para a TEC Incubadora, o resultado demonstra a maturidade crescente das empresas apoiadas e a capacidade da região de desenvolver soluções alinhadas aos desafios contemporâneos do agronegócio, da segurança alimentar e da sustentabilidade. “O desempenho das startups incubadas evidencia o potencial inovador existente em nosso ecossistema. São projetos que unem conhecimento científico, tecnologia e aplicação prática, contribuindo para a geração de riqueza, empregos qualificados e desenvolvimento sustentável para o estado do Rio de Janeiro”, destaca o presidente da TEC Incubadora, Henrique da Hora.
- TEC Incubadora recebe alunos do ISECENSA e apresenta na prática o potencial do ecossistema de inovação de Campos
A TEC Incubadora recebeu, na última quarta-feira (11), cerca de 90 alunos dos cursos de Administração e Engenharias do ISECENSA para uma visita técnica voltada à aproximação entre o ambiente acadêmico e o ecossistema de inovação de Campos dos Goytacazes. A iniciativa proporcionou aos estudantes uma imersão no universo das startups, do empreendedorismo inovador e das oportunidades que surgem a partir da conexão entre conhecimento, tecnologia e mercado. Durante a programação, os alunos conheceram a estrutura da TEC Incubadora, seus programas de apoio ao desenvolvimento de negócios inovadores e o trabalho realizado para fortalecer empresas de base tecnológica na região. A visita foi conduzida pelo coordenador de Inovação da TEC Incubadora, professor Túlio Baita, que apresentou o papel estratégico da incubadora no incentivo ao empreendedorismo e na formação de novos negócios. Rosemeri Bortoluzzi - representante da Start up Neuropassos. Um dos momentos mais aguardados foi o encontro com startups incubadas que já transformam ideias em soluções de impacto para a sociedade. Os estudantes acompanharam as apresentações de empreendedores que compartilharam suas trajetórias, desafios e perspectivas de crescimento. Representando a Neuropassos, a empreendedora Rosemeri Bortoluzzi apresentou a plataforma que conecta famílias e profissionais especializados, ampliando o acesso a terapias para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras condições do desenvolvimento. A startup tem se destacado pelo forte impacto social e pelo uso da tecnologia como ferramenta de inclusão. Felipe Paranhos - Carbonlidar e PiMaps Já o empreendedor Felipe Paranhos compartilhou sua experiência à frente de duas startups incubadas pela TEC: a CarbonLidar e a Dap Maps. As empresas atuam em áreas estratégicas ligadas à sustentabilidade, geotecnologia e inovação ambiental, demonstrando como soluções tecnológicas podem contribuir para desafios contemporâneos relacionados ao monitoramento territorial e à geração de valor ambiental. Vitor Hugo da C3S A programação contou ainda com a participação de Vitor Hugo, da C3S, startup que desenvolve soluções tecnológicas voltadas à prevenção de acidentes de trabalho e à promoção de ambientes mais seguros. Além de apresentar a empresa, Vitor compartilhou sua trajetória como jovem empreendedor, mostrando aos alunos como a inovação pode nascer dentro do ambiente acadêmico e ganhar escala por meio do apoio da incubadora. Outro destaque da visita foi a presença de profissionais que hoje integram a equipe da TEC Incubadora e que também construíram sua trajetória dentro do ISECENSA. As ex-alunas Anna Júlia Vellemen e Junielly Maia participaram do encontro compartilhando suas experiências profissionais e demonstrando, na prática, como o ecossistema de inovação da região absorve talentos formados pelas instituições de ensino locais. Também participou da programação o coordenador do curso de Engenharia do ISECENSA, Romeu Neto, que destacou a importância das políticas públicas de incentivo à inovação e ao desenvolvimento de startups implementadas no município ao longo dos últimos anos. Equipe Tec Incubadora Para o coordenador de Inovação da TEC Incubadora, Túlio Baita, iniciativas como essa são fundamentais para inspirar os estudantes e mostrar que existem caminhos reais para transformar conhecimento em negócios inovadores. "A aproximação entre universidade, empreendedorismo e inovação é essencial para a formação dos profissionais do futuro. Quando os alunos conhecem histórias de empreendedores que começaram suas jornadas aqui mesmo na região, eles conseguem visualizar novas possibilidades para suas próprias carreiras", destacou.
- TEC Incubadora avança em edital da FAPERJ voltado ao fortalecimento da inovação no Rio de Janeiro
A TEC Incubadora está entre as instituições aprovadas na segunda etapa de avaliação do Edital INFRALAB 2025, promovido pela Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ). O resultado foi divulgado e representa mais um importante passo para o fortalecimento da infraestrutura de inovação no Norte Fluminense. O edital tem como objetivo apoiar ambientes de inovação e laboratórios compartilhados que atuam no desenvolvimento de startups e projetos de base tecnológica. Nesta segunda fase, as propostas foram avaliadas com base em critérios como sustentabilidade financeira, impacto territorial, inclusão dos atores do ecossistema de inovação, histórico institucional e capacidade de execução. Ao todo, 33 propostas foram aprovadas em todo o estado. A aprovação da TEC Incubadora reforça o reconhecimento do trabalho que vem sendo desenvolvido em Campos dos Goytacazes na promoção do empreendedorismo inovador, na aceleração de startups e na conexão entre empresas, universidades, pesquisadores e investidores. Segundo a FAPERJ, os projetos contemplados pelo INFRALAB estão voltados à ampliação, modernização e qualificação dos ambientes de inovação, estruturas fundamentais para atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), além de testes, prototipagem, validação de tecnologias e apoio ao crescimento de startups. Para a TEC Incubadora, o resultado representa uma oportunidade de ampliar ainda mais sua capacidade de atendimento aos empreendedores da região, fortalecendo um ambiente cada vez mais preparado para transformar ideias inovadoras em soluções capazes de gerar impacto econômico e social. Nos últimos anos, a TEC vem consolidando sua atuação como um dos principais ambientes de inovação do interior do estado, apoiando startups em diferentes estágios de desenvolvimento, promovendo programas de capacitação, mentorias, conexões estratégicas e acesso a oportunidades de investimento. A aprovação na segunda etapa do Edital INFRALAB reafirma a importância da inovação como ferramenta para o desenvolvimento regional e fortalece o papel da TEC Incubadora na construção de um ecossistema cada vez mais competitivo, colaborativo e conectado às demandas do futuro. A expectativa agora é acompanhar as próximas etapas previstas pela FAPERJ e continuar ampliando as oportunidades para startups e empreendedores da região Norte Fluminense. Veja a lista das propostas aprovadas: Resultado: 2ª Etapa da Avaliação de Mérito do Edital Nº 40/2025 – Apoio à Infraestrutura de Ambientes de Inovação e Laboratórios Compartilhados para Startups
- Da inovação à proteção de vidas: como a C3S está transformando a segurança do trabalho com Inteligência Artificial
Em um cenário onde os acidentes de trabalho ainda representam um dos grandes desafios da indústria brasileira, a tecnologia surge como uma importante aliada na preservação de vidas. Foi a partir dessa realidade que nasceu a C3S, startup incubada pela TEC Incubadora que desenvolve soluções inovadoras para tornar ambientes de trabalho mais seguros por meio da Inteligência Artificial. A história da empresa começou em 2023, quando o então estudante de Engenharia Elétrica do Instituto Federal Fluminense (IFF), Vitor Pereira, identificou uma oportunidade de inovação em um processo tradicional da área de segurança do trabalho. O que inicialmente seria uma ferramenta para digitalizar registros de observação evoluiu para uma solução muito mais robusta, capaz de monitorar ambientes industriais em tempo real e prevenir situações de risco antes que se transformem em acidentes. C3S selecionada para o programa Startup Campos 2025. Ao longo de sua trajetória, a C3S participou de programas de inovação, hackathons e iniciativas de aceleração, acumulando conhecimento, validações e reconhecimento. Nesse processo, a TEC Incubadora teve papel fundamental ao oferecer suporte estratégico, conexões com o ecossistema de inovação, mentorias e um ambiente favorável para o amadurecimento do negócio. “A incubação nos permitiu acelerar aprendizados, validar hipóteses e estruturar a empresa para os desafios do mercado. Ter acesso a uma rede de especialistas e empreendedores foi essencial para nossa evolução”, destaca Vitor Pereira, Fundador da C3S. Hoje, a startup se encontra em uma fase decisiva de crescimento. Com o MVP validado e iniciando provas de conceito em ambientes reais, a empresa apresenta ao mercado o StaySafe, uma plataforma que utiliza visão computacional e Inteligência Artificial para monitorar continuamente áreas industriais, obras e instalações operacionais. A tecnologia é capaz de identificar a ausência ou uso incorreto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), monitorar acessos não autorizados, detectar sinais de fadiga operacional e emitir alertas em tempo real para supervisores. Além disso, gera registros auditáveis que auxiliam empresas em processos de conformidade, gestão de riscos e práticas ESG. Participação no TEC SUMMIT em 2025. Mais do que acompanhar uma tendência tecnológica, a C3S responde a uma necessidade crescente do mercado. Com o aumento das exigências relacionadas à saúde, segurança e sustentabilidade corporativa, empresas buscam cada vez mais ferramentas que permitam prevenir acidentes, reduzir riscos operacionais e garantir ambientes de trabalho mais seguros. A trajetória da C3S representa o propósito de incubação: transformar boas ideias em negócios inovadores capazes de gerar impacto positivo para a sociedade. “Estamos desenvolvendo tecnologia para proteger pessoas. Nosso objetivo é que a inteligência artificial seja uma ferramenta de prevenção, ajudando empresas a agir antes que um acidente aconteça”, afirma Vitor. Com uma equipe multidisciplinar, participação em programas nacionais de aceleração e reconhecimento em importantes eventos de inovação, a C3S segue consolidando sua atuação como uma das startups promissoras do ecossistema regional, demonstrando como conhecimento, empreendedorismo e tecnologia podem caminhar juntos na construção de um futuro mais seguro. Mais do que desenvolver software, a C3S trabalha para salvar vidas. E essa é uma inovação que impacta toda a sociedade. C3S finalista do Prêmio Santander X.
- Da Inspiração ao Impacto: a trajetória da Neuropassos dentro da TEC Incubadora
Algumas histórias começam com um plano. Outras começam com um convite, e foi exatamente assim que nasceu a conexão entre a Neuropassos e a TEC Incubadora. A CEO da startup, Rosemeri Bortoluzzi, teve seu primeiro contato com o ecossistema de inovação da TEC em dezembro de 2024, ao ser convidada para participar da banca avaliadora de um aplicativo voltado ao artesanato. Ao lado mais dois empresários, Rosemeri mergulhou em um ambiente de ideias, empreendedorismo e transformação. O que parecia ser apenas uma participação pontual acabou despertando algo muito maior. A partir daquele momento, novas inspirações começaram a surgir. Durante a participação no TEC Summit, Rosemeri passou a enxergar a possibilidade de transformar uma ideia em um produto inovador com impacto social real. Foi ali que nasceu a visão da Neuropassos: uma plataforma criada para democratizar o acesso a terapias integradas e acompanhamento remoto para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras condições de desenvolvimento. Em abril de 2025, a trajetória ganhou um novo capítulo com a entrada no Star TEC Ignite , experiência que marcou um verdadeiro divisor de águas para a startup. “Foi quando entendemos, de fato, o que é um produto digital. Desenvolvemos habilidades, amadurecemos a ideia e demos os primeiros passos práticos rumo ao desenvolvimento da Neuropassos”, destaca Rosemeri. A startup evoluiu rapidamente e conquistou uma vaga como bolsista no programa Startup Campos, dentro da TEC Incubadora. Desde então, a Neuropassos vem estruturando seu crescimento com mentorias, conexões estratégicas e desenvolvimento de mercado. Mais do que uma plataforma digital, a Neuropassos representa propósito, inclusão e cuidado. A solução conecta famílias a terapeutas especializados por meio de atendimentos remotos, garantindo acompanhamento contínuo, acessível e humanizado, independentemente da localização das famílias. Rosemeri Bortoluzzi, CEO da Neuropassos apresentando Pitch no Programa Negócio Fechado. Com foco em impacto social e atuação em parceria com prefeituras, a startup também busca fortalecer a rede pública de saúde, reduzindo filas de espera e ampliando o acesso a terapias de qualidade para crianças que muitas vezes encontram barreiras financeiras e geográficas. O modelo inovador da Neuropassos oferece ainda uma alternativa mais eficiente e econômica para o setor público, reduzindo custos com judicialização e infraestrutura física, enquanto amplia oportunidades de desenvolvimento infantil em diferentes regiões do país. Hoje, a startup segue em constante evolução dentro da TEC Incubadora, com a expectativa de concluir seu ciclo de incubação até o final de 2026 , levando consigo não apenas tecnologia, mas também transformação social.
- Impressão 3D com Propósito: inovação que reduz impactos e cria soluções
A sustentabilidade deixou de ser apenas uma tendência para se tornar uma necessidade urgente, e é justamente nesse cenário que a 3D Fibra Natural, start up da Tec Incubadora vem se destacando ao unir tecnologia, inovação e responsabilidade ambiental em um mesmo propósito. A startup, que nasceu em Campos dos Goytacazes, transforma resíduos plásticos que seriam descartados em novos filamentos para impressão 3D, criando uma solução inteligente para reduzir impactos ambientais e incentivar a economia circular. Materiais industriais provenientes do Porto do Açu, que antes eram considerados resíduos sem utilidade, agora ganham uma nova vida através de um processo de reprocessamento sustentável desenvolvido pela empresa. Filamentos de impressão 3D Mas a atuação da 3D Fibra Natural vai além da indústria. A startup também trabalha com pequenos usuários de impressão 3D, reaproveitando sobras de produção, peças com defeito e materiais descartados no lixo doméstico. Tudo isso retorna ao mercado em forma de novos filamentos com propriedades mecânicas reforçadas através da adição de fibras naturais, aumentando resistência e desempenho. Segundo Victor Paes dias Gonçalves, CEO da 3D Fibra Natural, o grande diferencial da empresa está justamente na união entre sustentabilidade e alta performance. “Enquanto boa parte dos materiais disponíveis no mercado possui longo tempo de degradação e gera impactos ambientais significativos, a 3D Fibra Natural aposta em uma alternativa mais consciente, inovadora e alinhada às novas demandas globais de consumo e produção responsável”. Victor Gonçalves, CEO da 3D Fibra Natural, apresentando seu Pitch no Programa Negócio Fechado. A história da startup começou dentro da pesquisa acadêmica, durante um doutorado voltado ao desenvolvimento de materiais para impressão 3D aplicados à odontologia esportiva. A busca por um filamento mais resistente e eficiente acabou abrindo portas para um projeto muito maior: desenvolver tecnologia sustentável capaz de atender diferentes setores, da engenharia à saúde. E nessa trajetória de crescimento, a TEC tem desempenhado um papel fundamental. A incubadora se tornou um importante direcionamento estratégico para a startup, oferecendo mentorias, suporte empresarial e acompanhamento em diversas áreas essenciais para o desenvolvimento da empresa. Em poucos meses dentro do programa Startup Campos, a 3D Fibra Natural já conquistou destaque ao alcançar o terceiro lugar no ranking de crescimento entre as startups participantes. O apoio da TEC vem fortalecendo não apenas a estrutura da empresa, mas também sua visão de mercado, inovação e expansão. Filamentos de impressão 3D. Hoje, a startup 3D Fibra Natural já comercializa seus produtos, amplia sua presença digital e se prepara para novos canais de venda. Além disso, recentemente foi contemplada em um edital de incentivo à pesquisa, garantindo a entrada de um doutor na equipe por meio de bolsa da FAPERJ, mais um passo importante para consolidar a empresa como referência em tecnologia sustentável. Mais do que desenvolver filamentos para impressão 3D, a 3D Fibra Natural mostra que é possível transformar resíduos em oportunidades, tecnologia em impacto positivo e inovação em um caminho mais sustentável para o futuro.
- Negócio Fechado realiza mais uma gravação e reforça protagonismo da inovação regional
Rodrigo Lira - Apresentador do Programa Negócio Fechado O programa Negócio Fechado realizou, nesta semana, mais uma gravação da nova temporada, reunindo startups, empresários, investidores e especialistas em inovação em mais um encontro marcado por conexões estratégicas, análises técnicas e oportunidades de crescimento para negócios da região. Considerado uma das principais vitrines do empreendedorismo regional, o programa é uma parceria entre a Tec Incubadora e o J3 News, trazendo ao público pitches de startups, negociações reais e avaliações de mercado feitas por profissionais de diferentes áreas. Entre os destaques da gravação esteve a participação de Paula Cabral, do Instituto Galzu de Pesquisa, Ensino, Ciência e Tecnologia Aplicada, que integrou a banca de investidores e falou sobre a importância da avaliação técnica em projetos voltados à saúde e tecnologia regulada. Paula Cabral - Instituto Galzu “Eu já estive aqui como projeto e hoje estou na banca pelo Instituto Galzu. Trabalhamos com avaliação de tecnologia regulada e sabemos que áreas como saúde enfrentam muitos desafios justamente pelo desconhecimento de processos ligados à Anvisa, Inmetro e Anatel. Estamos aqui para contribuir dentro da nossa expertise em tecnologias aplicadas, devices e medicamentos. O programa é ótimo porque reúne várias competências e dá oportunidade para os inventores apresentarem suas tecnologias, além de contar com pessoas experientes que acabam se tornando apoio para esses projetos”, destacou Paula. A startup MENETEST, representada por Débora Mothé, também participou da gravação apresentando seu pitch. O projeto desenvolve um kit diagnóstico para alergias, totalmente inovador e 100% nacional. Apresentação do Pitch da MENETEST. “Foi uma experiência incrível. Eu venho da área acadêmica e poder apresentar a importância dessa proposta para a população que sofre com alergias, um problema que afeta milhares de brasileiros, foi algo muito especial. Participar do Negócio Fechado, com uma banca formada por pessoas experientes e investidores, ajudou muito a entender o mercado e ouvir opiniões de quem atua diretamente na área. Era exatamente o que eu precisava nesse momento do projeto”, afirmou Débora. Outra startup participante foi a Neuropassos, apresentada por Rosemeri Bortoluzzi. A plataforma oferece terapias remotas voltadas ao desenvolvimento de crianças com TEA, aproximando as famílias do acompanhamento terapêutico e reduzindo dificuldades relacionadas ao deslocamento. Apresentação do Pitch da Neuropassos. “É um privilégio participar desse momento do projeto, que ainda está em desenvolvimento. Poder apresentar a ideia enquanto ela está sendo construída permite entender melhor as demandas da população e perceber se estamos no caminho certo. Os mentores são maravilhosos e a oportunidade de expor o projeto constantemente ajuda muito no desenvolvimento da proposta”, destacou Rosemeri. O diretor da Tec Incubadora, Henrique da Hora, ressaltou a importância do programa para o fortalecimento do ecossistema regional de inovação. Henrique da Hora - Diretor da Tec Incubadora. “O Negócio Fechado é uma parceria de muito sucesso entre o J3 News e a Tec Incubadora. O programa vai muito além da busca por investimentos. Ele aproxima empresários das tecnologias desenvolvidas no nosso território e mostra para a população que existe inovação sendo criada aqui na nossa cidade. Um exemplo é a startup Yapuana, que dois anos depois participou do Shark Tank Brasil. Isso mostra que muita coisa boa está acontecendo na nossa região”, afirmou Henrique. Inspirado em formatos de sucesso como o Shark Tank Brasil, o Negócio Fechado conecta empreendedores em busca de investimento a investidores interessados em ideias inovadoras, soluções tecnológicas e negócios promissores. Nesta temporada, o público poderá acompanhar análises ainda mais aprofundadas sobre estratégia, viabilidade e expansão das startups participantes. Confira a programação do programa Negócio Fechado : Estreia de novos episódios: sempre às segundas-feiras, às 18h30. Reprises: de segunda a sexta-feira, às 9h15 da manhã / terça a sexta-feira, às 18h15.











