Negócio Fechado encerra temporada 2026 com quatro edições e mais de 60 startups participantes
O último episódio da temporada 2026 do Negócio Fechado foi realizado nesta semana, encerrando mais uma edição do programa que conecta startups, empresários e investidores em um ambiente voltado à apresentação de soluções inovadoras e à geração de oportunidades.

Ao longo de sua trajetória, o Negócio Fechado já realizou quatro temporadas, com mais de 60 startups participantes. A primeira temporada contou com 15 startups; a segunda, com 26; a terceira, com seis; e a quarta temporada, realizada em 2026, reuniu 21 participantes.
Após o sucesso das edições anteriores, exibidas entre 2023 e 2024 na J3 News TV, o programa retornou neste ano ainda mais estruturado, reforçando seu papel de conectar startups, empresários e investidores em um ambiente de oportunidades reais.
Inspirado em formatos de sucesso como o Shark Tank Brasil, o Negócio Fechado promove encontros estratégicos entre quem tem boas ideias e quem busca investir em soluções inovadoras. A proposta é baseada em análises criteriosas, negociações reais e valorização da visão de mercado.
“A importância do Negócio Fechado está em posicionar a TEC como uma verdadeira vitrine de inovação para a região Norte Fluminense. Temos startups com um potencial gigantesco, capazes de promover mudanças reais na matriz econômica a médio e longo prazo. São empresas de base tecnológica que desenvolvem suas soluções aqui no nosso território, fortalecendo o ecossistema local. Nesse contexto, o Negócio Fechado conecta essas iniciativas a empresários e investidores da região, com o objetivo de aproximar o setor produtivo tradicional das novas tecnologias que estão sendo desenvolvidas na incubadora”, reforçou o Coordenador de Incubação, Túlio Baita
Último episódio da temporada
O último episódio da temporada 2026 contou com a participação da startup Revol, que apresentou seu pitch no programa, mostrando sua proposta de negócio e solução inovadora ao público.

Daniel Coelho destacou a evolução da startup entre sua primeira participação no programa e a edição deste ano, ressaltando a contribuição do processo de incubação da TEC para o desenvolvimento do negócio.
“Depois da primeira participação, quando a gente era bem mais novo e tinha menos conhecimento, essa segunda participação foi totalmente diferente. Chegamos muito mais seguros, sabendo direcionar a apresentação e a própria negociação com o pessoal da banca. Isso foi resultado do processo de incubação que tivemos na TEC, com contato direto com excelentes consultores, orientadores e com a própria equipe, sempre acompanhando de perto nossa evolução e trabalhando para que a gente evolua”, afirmou.
Segundo Daniel, na primeira participação a startup ainda trabalhava com um produto em fase de testes. Agora, o projeto avança para uma proposta mais tecnológica, envolvendo inteligência artificial e automação, com expectativa de lançamento do produto na próxima safra para o desenvolvimento dos testes.

“A vitrine do Negócio Fechado é muito interessante porque podemos utilizar o próprio programa e todo o material como divulgação do projeto. Essa oportunidade é sensacional para nós. O ecossistema como um todo, as pessoas, os consultores e toda a equipe são muito bons. É um programa muito profícuo para todos nós”, completou Daniel Coelho.




